Disney+ não lançará ‘Lightyear’ e ‘Baymax!’ em alguns países por conta de cenas LGBTQIA+


Lightyear-e-Baymax Disney+ não lançará 'Lightyear' e 'Baymax!' em alguns países por conta de cenas LGBTQIA+

Duas animações da Pixar lançadas recentemente no Disney+ ficarão de fora do catálogo de alguns países do Oriente Médio. Uma delas é Lightyear, que chegou à plataforma esta semana, estrelado por Chris Evans como o icônico viajante espacial introduzido pela primeira vez em Toy Story, de 1995. A outra é Baymax!, série derivada de Operação Big Hero, de 2016, e protagonizada pelo robô ajudante que tem a função de cuidar da saúde das pessoas de San Fransokyo.

Na região do oriente médio, o streaming da Disney vai passar a alinhar o seu conteúdo com os países para os quais está distribuindo a sua programação. Isso significa que produções como Lightyear e Baymax! não serão incluídos nestes serviços, sendo esta uma decisão inteiramente da empresa, já que a prática não é necessariamente uma lei dos países que têm a plataforma, que chegou em junho nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Egito, Omã e Catar.

O motivo da censura

A razão pela qual justo essas produções estão sendo censuradas vem de algumas cenas incluídas em seus enredos. Em Lightyear, uma das personagem femininas tem um interesse romântico do mesmo sexo, com o filme apresentando um breve beijo entre as duas. Já em Baymax!, algumas cenas diferentes possuem conteúdo LGBTQIA+ durante os episódios, além da série tratar de outros assuntos que podem ser considerados controversos em alguns dos países em questão.

Ao longo do último ano, vários títulos da Disney foram recebidos com alguma controvérsia no Oriente Médio, com vários deles sendo banidos em alguns cinemas de lá. A lista inclui Eternos, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, Amor, Sublime Amor, Lightyear e Thor: Amor e Trovão. Além disso, em muitas das ocasiões, os órgãos de censura solicitaram cortes nos filmes que os estúdios se recusaram a fazer.

Sobre o problema, um representante da Disney divulgou um comunicado ao The Hollywood Reporter, que dizia: “As ofertas de conteúdo diferem em nossos muitos mercados Disney+, com base em vários fatores. O conteúdo disponível deve estar de acordo com os requisitos regulatórios locais“. Ao mesmo tempo, ele também enfatizou que a plataforma oferece controle aos pais para que determinem o que seus familiares assistem.

Lightyear e Baymax! estão disponíveis no catálogo brasileiro do Disney+.

Siga o Guia Disney+ Brasil nas redes sociais e fique por dentro das dicas, novidades e lançamentos do streaming da Disney.
• facebook.com/guiadisneyplus
• twitter.com/guiadisneyplus
• instagram.com/guiadisneyplus
• pinterest.com/guiadisneyplus

Atualizado em 05/08/2022


10 comentários

Pular para o formulário de comentário

  1. Só um recado: quem lacra não lucra…

      • João Andrade em 07/08/2022 às 06:44
      • Responder

      Pois é, isso que dá fazer filme pensando em 2%… quem lacra realmente não lucra, diferente de Top Gun: Maverick… filme que fica em entretenimento…e que ultrapassou 1bi…

  2. Agora vcs falam do beijo gay, né? Por isso esse filme foi fraco nos cinemas, o engraçado que por lá eles não tem coragem de colocar a cena, agora, se aqui pode por que lá não? Aiai… #Quemlacranãolucra

    • Sálusfer Belusi em 07/08/2022 às 10:55
    • Responder

    Sinceramente sou fã da Disney e da Marvel, mas o que estão fazendo com as crianças é criminoso e quem lacra, não lucra, por aqui faremos questão de ignorar tbm, respeito e tenho amigos LGBTs, mas a censura será sentida no bolso

  3. Na minha opinião conteúdos infantis não devem ter cenas ou personagens LGBTs se querem representatividade que seja em coisas pra adultos se continuar assim a mão de Deus vai pesar na vida desses grandes estúdios e vão fracassar e falir Jesus disse vinde Amim todas as crianças pois delas é o reino dos céus e essas produções lacradoras só servem pra confundir a mente das crianças e isso as afasta dó reino dos céus .

  4. Não vejo nenhuma necessidade de abordar tal tema em filmes ou animações, estão tirando o verdadeiro brilho que é a essência das produções. Estão querendo desvirtuar o tema introduzindo assuntos polêmicos que só causam confusão e não agrega nenhum valor. Existem espaços próprios para isto, portanto, não é tão somente ou simplesmente fazer a censura no controle do que se vê ou não, mas sim adequar ao conteúdo apropriado. É o que eu acho. Tenho respeito por todos, mas tenho minha opinião própria, e isso para mim é valioso.

    1. Minha família e eu somos fãs da Disney e da Marvel, mas, sinceramente, está ficando difícil de assistir a esses filmes novos. Tenho uma filha de 5 anos e ela não verá a esse filmes com esse conteúdo. Respeito todos mas tenho meus valores e esses não serão mudados. Outra coisa, a plataforma tem controle de conteúdo dos pais em termos, pois você só consegue restringir por classificação. O filme Lightyear e a série BayMax estão classificados como Livres, tornando impossível retirá-los da lista. Aí fica difícil continuar com a assinatura da Disney+.

  5. Lightyear é um filme fraco, não lembra em nada Toy Story, enfim, o problema é esse, e não o beijo…. É tipo chutar cachorro morto.

    As pessoas usam premissas erradas para ser contra o filme. Não é um beijo gay que vai determinar se seu filho será ou não um… Nunca vi protesto contra beijo hétero em filmes da própria Disney….

    Acho meio intrigante ver tanta gente que não concorda com a postura da empresa consumindo outros produtos da empresa. Se tiver um beijo gay em Vingadores 5 vc vai deixar de assistir ? Aposto que não né? Se não concorda com a empresa não consuma nada, é mais coerente.

  6. Além do filme ser ruim tem a questão da inclusão forçada goela abaixo da população essa lacração infernal que está em toda parte… E para completar para os fãs de dublagem foi um insulto trocar os dubladores originais tanto lá na gringa como especialmente aqui no Brasil…

    • Glaysio Fernandes em 11/08/2022 às 19:17
    • Responder

    A intenção é colocar cada vez mais cedo esta informação firmada na mente das crinças… Sempre dizem: “Não vai ser uma ceninha que vai mudar alguma coisa…”, 1 ceninha em 1 filme, 2 ceninhas e daqui a pouco todos os conteúdos infantis disney possuirão tendenciosamente inclinação à ideologia… “Vamos devagarzinho, enfiando guéla abaixo e daqui a pouco, dominamos tudo e pronto.” A disney é uma excelente empresa, mas a inclinação à questões ideológicas são uma verdadeira forçação de barra.l para crianças. Desnecessário.

Deixe um comentário

Seu e-mail não será publicado.