Anya Taylor-Joy diz que mergulhar no personagem não dá direito de ser babaca
Até onde um intérprete deve ir para construir um personagem? A pergunta acompanha o cinema há décadas e costuma voltar à tona quando surgem relatos de atores que mantêm comportamentos, vozes ou hábitos de seus papéis mesmo depois que as câmeras param. Anya Taylor-Joy conhece bem o esforço necessário para permanecer dentro de um universo …