Justiça Artificial: novo filme de Chris Pratt é candidato a pior filme de 2026

Justica-Artificial-Chris-Pratt Justiça Artificial: novo filme de Chris Pratt é candidato a pior filme de 2026

As primeiras avaliações de Justiça Artificial já estão entre nós e o cenário não é nada favorável para o novo thriller de ficção científica da Amazon MGM. Estrelado por Chris Pratt e Rebecca Ferguson, o filme já chegou aos cinemas após o fim do embargo da crítica, mas a recepção inicial tem sido bastante dura.

Desde a divulgação dos trailers, o longa já enfrentava desconfiança por parte do público e da imprensa especializada. Com a liberação das análises completas, essa impressão inicial acabou se confirmando para a maioria dos críticos.

Em Justiça Artificial, Chris Pratt interpreta o detetive Chris Raven, acusado de assassinar a própria esposa. Para provar sua inocência, ele tem apenas 90 minutos diante de uma juíza controlada por inteligência artificial, vivida por Rebecca Ferguson. Caso não consiga convencer o sistema, a sentença é executada imediatamente.

Ao longo do julgamento, fica claro que a juíza Maddox, tecnologia que o próprio Raven ajudou a desenvolver, pode não ser tão imparcial quanto aparenta. A ideia central chama atenção, mas, segundo boa parte das críticas, a execução deixa a desejar.

Nota baixa e rótulo pesado

Com 33 críticas publicadas até agora, o filme aparece com apenas 21% de aprovação no Rotten Tomatoes. Alguns veículos chegaram a classificar o longa como candidato e pior lançamento de 2026.

Entre os comentários mais recorrentes estão críticas ao ritmo, ao desenvolvimento da história e à forma como o conceito de inteligência artificial é explorado. Houve quem comparasse o filme a versões simplificadas de obras já conhecidas do gênero, enquanto outros apontaram que a proposta não se sustenta ao longo da projeção.

Ainda assim, nem todas as avaliações foram totalmente negativas. Algumas análises destacaram a atuação de Rebecca Ferguson e reconheceram que o filme funciona melhor quando se concentra exclusivamente em sua ideia central.

Crítica ruim não deve impedir bom desempenho inicial

Justica-Artificial-com-Chris-Pratt Justiça Artificial: novo filme de Chris Pratt é candidato a pior filme de 2026

Apesar da recepção fria da imprensa, a expectativa é que Justiça Artificial consiga um bom desempenho em seu primeiro fim de semana nos cinemas. As projeções indicam uma arrecadação entre 10 e 13 milhões de dólares nos Estados Unidos, o suficiente para tirar Avatar: Fogo e Cinzas do topo das bilheteiras.

O novo capítulo da franquia de James Cameron, que já está em sua sexta semana em cartaz, deve arrecadar entre 8 e 10 milhões no mesmo período.

Com avaliações tão extremas, Justiça Artificial entra em cartaz como um típico caso de filme que pode despertar curiosidade justamente pela controvérsia. Resta saber se o público vai concordar com a crítica ou se a proposta de um julgamento comandado por uma inteligência artificial será suficiente para atrair espectadores às salas de cinema.

Deixe um comentário